sábado, 17 de novembro de 2012

DEPENDÊNCIA QUÍMICA


DEPENDÊNCIA QUÍMICA

PORTFÓLIO SOBRE CRACK: FACULDADE

Sistema de Ensino Presencial Conectado Serviço Social


TÂNIA CARNEIRO DE MORAES
                     Gravatá
                        2012
                                                        



USO DO CRACK:
UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS metrópolis




Trabalho de produção apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral nas disciplinas de Psicologia, Antropologia,
Formação social, política e econômica do Brasil e Fundamentos da Psicologia,
Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social I.



Gravatá
2012


                                   INTRODUÇÃO

O uso do CRACK: um problema social restrito às metrópoles?

Introdução

        Em pensamentos de leigos, podemos encontrar ideias que a problemática CRACK, esteja presente apenas em grandes grupos sociais.
      Com aprofundamento nos artigos científicos, das áreas que estudam e desenvolvem enfrentamento contra a drogadição, passamos a reconhecer que as metrópoles não são apenas as áreas atingidas pela substância química em questão, no entanto, de início será feita uma abordagem a uma determinada região, o que não nos fará deixar o urbanismo e a população brasileira de modo geral sem importância, muito pelo contrário, tudo será explícito no desenvolvimento do trabalho.
        Iniciando com o que deve ser feito, quanto às medidas de enfrentamento. Ações práticas, desenvolvidas por profissionais habilitados em suas respectivas ciências e treinados para lidarem com pessoas doentes, espaço geográfico adequado para seres humanos seria um bom começo. Do contrário, estaremos cometendo o mesmo erro que ocorreu em São Paulo, demarcando uma determinada região, chegando ao ponto de batizá-la por: CRACOLÂNDIA.  Seus respectivos moradores e frequentadores da região foram demarcados juntamente com a mesma, criando inconscientemente uma nova tribo, a dos moradores e frequentadores da Cracolândia.

 Se existe alguma ação das autoridades locais para solução do problema, a mesma é pouco ou quase nada divulgada, o quê houve-se falar é em expulsão dos moradores e frequentadores como dejetos urbanos, isto em tempos que o lixo é visto como material de sustentabilidade familiar e sustentabilidade ambiental.


Estarão sustentando o meio ambiente, que é corretíssimo, porém, deixando uma lacuna: quem vai habitar neste meio ambiente curado? Os moradores frequentadores da Cracolândia para onde irão? O que será feito de eles?
PALAVRA CHAVE:

CRACOLÂNDIA: ruas do centro histórico de São Paulo que se tornaram um lar sórdido e degradante para cerca de três mil pessoas dependentes da droga.

DROGADIÇÃO: Drogadição significa adição a drogas, conforme o Dicionário Aurélio século XXI. Sua etimologia tem a seguinte explicação: "Adicto, do latim addictu, é um adjetivo, que significa:

1. Afeiçoado, dedicado, apegado.
2. Adjunto, adstrito, dependente.
3. Em medicina é quem não consegue abandonar um hábito nocivo, mormente de álcool e drogas, por motivos fisiológicos ou psicológicos.
Adição e drogadição: variadas formas
Adição psíquica
A Adição psíquica esta relacionada com a necessidade de usar determinada droga para ter um uma sensação de bem estar, e alívio das tensões. Caracteriza-se por fenômenos cognitivos onde sempre há uma busca pelos efeitos iniciais do uso da droga.
Os sintomas mais comuns são a ansiedade, a sensação de vazio, as dificuldades de concentração, que podem variar de pessoa para pessoal.

DESENVOLVIMENTO
Desde os idos mais remotos da humanidade, mesmo nas sociedades mais primitivas ou mesmo entre os animais, a busca pelo alívio da dor e pela cura das doenças físicas ou psíquicas sempre foi tentada, no entanto, muitos em seu desespero. Mesmo em dias atuais, com acesso informações mais acessíveis, encontram um suposto alívio, cura ou fuga no obscuro mundo das drogas.
 Os questionamentos e as estratégias citadas com relação à cracolândia têm uma complexidade infinita, visando às variantes que as drogas de um modo geral apresentam.  O comércio de narcóticos expande as fronteiras geográficas, os planos de proteção desenvolvidos pelos órgãos responsáveis por segurança não mostram resultados relevantes, tendo em vista ser um problema mundial. Não podemos demarcar geograficamente territórios, e finalizar, pois o êxodo é frequente.
   Sendo assim: O uso do Crack não é um problema restrito às metrópoles. A interiorização já se tornou prática, material de consumo de uma população até pouco tempo reconhecida como não atingida pelo narcótico supracitado e facilitador para os traficantes no âmbito de fronteiras geográficas.
•          O Crack vem apresentando um papel destruidor na sociedade, seu primeiro alvo a ser atingido pós viciar um usuário em apenas um ou dois momentos de uso, aparecem as famílias num contexto globalizado.
  Fatores de ordem econômica, emocional, afetiva são atacados numa escala pluralizada. Todos os membros são atingidos de forma direta ou indiretamente.
  Com a inserção das drogas, em especial o crack que é o assunto questionado, em todas as classes sociais, as famílias de perfil de baixa renda e baixo grau de escolaridade, tendem a ficarem mais vulneráveis aos fatores de risco. Tendo em vista os seguintes critérios: dívidas com fornecedores, agressividade em momentos de crises de abstinência, ações violentas que na maioria das vezes levam os viciados a cometerem crimes, desencadeando uma série de problemas sócios e os parentes desprovidos de informação devido à falta das aplicações das políticas públicas relacionadas ao assunto na prática.
  O modo de produção capitalista produz muito rápido, fazendo com que este necessite vender suas mercadorias, as quais cabem a mídia induzir a
população, fazendo com que as mercadorias se tornem algo de extrema
necessidade em seu cotidiano, induzindo os cidadãos, principalmente o adolescentes, a uma luta de sobrevivência, fazendo com que muitos destes, penetrem para o mundo do crime não tendo na maioria das vezes uma consciência íntegra de seus atos. De acordo com Queiroz (1984, p.61):

                                    PALAVRA CHAVE: Políticas sociais
Conjunto de ações, direitos e deveres a serem desenvolvidos por profissionais habilitados, pondo em prática, ações sociais em favor da sociedade brasileira, em seu conjunto total.
•          Historicamente, os governos brasileiros gastaram mal os recursos destinados às áreas sociais. As políticas sociais não foram capazes de reverter o quadro de injustiça social que atinge milhares de brasileiros que estão abaixo da linha da pobreza. Nos governos de FHC (1994-2002) e Lula (2003-2010), alguns programas sociais amenizaram a situação e tiraram apenas uma parte dos excluídos da situação de miséria. Porém, ainda há muito que fazer e muitos continuam desassistidos!É de se lamentar e indignar que em pleno século XXI ainda existam milhares de pessoas morrendo de fome e/ou vivendo em situação de miséria absoluta.
•          “O certo é que no regime democrático, mesmo sendo recente no Brasil, surgem possibilidades da participação, do debate e da indignação popular frente às injustiças sociais. A sociedade brasileira vem cobrando, cada vez mais, dos atores políticos medidas eficientes e eficazes de políticas sociais inclusivas.” (Orson Camargo Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP)
  Vale salientar que quando falamos em situação de miséria devemos contextualizar todos os aspectos que possa atingir os cidadãos inclusos nesse patamar. Entrando no contexto das políticas de serviço social.
                                                                                                     

SERVIÇO SOCIAL: PROJETOS E PROGRAMAS DE ENFRENTAMENTO AO CRACK


  A dificuldade de articulação entre atendimento em saúde e assistência social e entre as diversas esferas e órgãos públicos levou o governo a lançar, em maio de 2010, o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, cujo principal objetivo é desenvolver ações coordenadas de prevenção, tratamento e reinserção social do usuário de crack e de combate ao tráfico, de forma a integrar as iniciativas dos diversos órgãos da União, estados, municípios e da sociedade civil.
  As ações do Plano de Enfrentamento ao Crack são ambiciosas, mas, segundo especialistas e senadores, esbarram no orçamento do plano, bastante modesto. E essa não é a única crítica.
 “Esperávamos que o plano tivesse, ao mesmo tempo, ações nas áreas social, de saúde e policial, e não um pacote pulverizado, que prevê que os municípios busquem os seus convênios”, critica o médico Ricardo Paiva, referindo-se à responsabilidade transferida às prefeituras para execução da maioria das ações, como elaborar projetos, pleitear recursos, implementar e gerir o plano, estruturas de saúde e de assistência social.
Para Carlos Vital Corrêa Lima, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, o Plano de Enfrentamento ao Crack está longe de ser suficiente. Segundo ele, deveriam ser incluídas outras prioridades:
• Na área de repressão: controle efetivo de fronteiras; criação de um setor de inteligência na esfera policial para expurgar os policiais ligados ao tráfico; preparação da polícia para agir com humanidade e respeito aos direitos dos dependentes                                                       
• Na área de saúde: assistência médica integrada numa rede capaz de absorver a demanda assistencial, priorizando a implantação dos Caps III e a oferta de psicoterapia pelo SUS.
• Na área social: criação de escolas integradas que ofereçam inclusão social; sistema de economia solidária que permita a reinserção e a preservação da autoestima do dependente. E precisamos, sem dúvida, ter financiamento adequado, sistematização, metodologia de controle e avaliação.

Programa Saúde na Escola atua na prevenção às drogas, mas recebe críticas
  Outra área de atuação do Estado, essencial para enfrentar o problema do crack e de outras drogas, é a educação, uma das principais responsáveis pelas ações de prevenção do consumo entre crianças e adolescentes e pela formação de uma cultura menos vulnerável às drogas.

  Segundo Marta Klumb Rabelo, representante da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), desde 2003 o programa Saúde na Escola, apoiado pela Unesco e pelo Unicef e com a participação do Ministério da Saúde (MS), monitora o estudante brasileiro e forma profissionais de saúde e de educação por meio de convênios com universidades.
  Assim como na rede de atendimento, a iniciativa de aderir ao programa Saúde na Escola e de elaborar os projetos compete ao município, que recebe material didático e ajuda financeira do MEC.
  Maria de Fátima Malheiros, também do MEC, informa que o programa já chegou a 2.572 municípios e formou cerca de 80 mil educadores. “Estamos reproduzindo 200 mil guias para os próprios adolescentes e jovens executarem as ações de prevenção às drogas”, informa.


  A senadora Ana Amélia, no entanto, fez críticas à desarticulação dos programas governamentais. “O que fazem uma professora ou um jovem que foi qualificado ao perceberem jovens em risco ou que fazem uso ou abuso de droga? Para onde encaminham? Eu visito escolas e não consigo ver essa integração”.
  O próprio Roberto Kinoshita, do MS, reconhece outros limites do programa Saúde na Escola. “Uma das tradições da área de saúde, de fazer prevenção às drogas, é trabalhar com as crianças que estão na escola. Mas e as crianças que não têm aula, que não têm vaga na escola? Então, acabamos fazendo a prevenção de quem talvez não precisasse, porque talvez a principal prevenção que devamos fazer é garantir que as crianças possam entrar e não sair mais da escola”.
  A Secretária Nacional de Assistência Social, Denise Colin, reconheceu insuficiência de recursos e metodologias.

Denise Colin, secretária nacional de Assistência Social, reconhece a falta de recursos e metodologias. 
E afirmou que “a responsabilidade tem que ser a presença do Estado. Ficou bastante claro aqui que a ausência de políticas públicas acarreta, viabiliza e favorece a busca por alternativas”.
Principais ações do plano contra o crack
Diagnóstico
• Realizar ampla pesquisa de âmbito nacional sobre o consumo de crack no Brasil, inclusive no que diz respeito ao impacto do uso da droga sobre a economia do país.
   A titular da Senad, Paulina Duarte, prometeu os resultados do levantamento, realizado com 25 mil pessoas ao custo de R$ 7 millhões, para abril de 2011, mas eles ainda não foram divulgados.
• Desenvolver novas terapias e estratégias para aumentar a adesão ao tratamento pelos usuários decrack.
• Avaliar a capacidade e a qualidade dos serviços de saúde e proteção social que atendem usuários de Crack e outras ¬drogas.

Combate                              
• Ampliar as operações de combate ao narcotráfico pelas polícias Federais e Rodoviárias Federal, em especial nas regiões de fronteira, em articulação com as polícias estaduais e com o apoio das Forças Armadas.
• Fortalecer as polícias estaduais para enfrentamento do crack em áreas mais
 vulneráveis ao consumo.

Prevenção
• Realizar campanha nacional e permanente para mobilizar a sociedade para o-enfrentamento do crack.
• Estender as ações do Projeto Rondon (Ministério da Defesa) e do Projovem (Ministério da Educação) a regiões vulneráveis à violência e ao consumo de drogas.
• Capacitar cerca de 100 mil profissionais das redes de saúde e de assistência social e da comunidade escolar e formar multiplicadores em prevenção, em parcerias com universidades, em dez diferentes cursos de educação à distância.

Tratamento (a cargo dos municípios)
• Ampliar o número de leitos em serviços de emergência e nos hospitais gerais, para tratamento de usuários de crack e outras drogas.
• Desenvolver e integrar a rede especializada
• Implantar casas de passagem e comunidades terapêuticas.

Reinserção social
• Capacitar juízes e equipes psicossociais para uniformizar e implantar práticas de reinserção social.

Treinamento
• Oferecer, em cinco universidades federais, cursos de especialização e mestrado em gestão do tratamento de usuários de crack e outras drogas, para profissionais que atuam na rede de atenção à saúde e proteção social.
• Prever outros cursos de pós-graduação, de residência mul¬ti¬profis¬sional, mestrado e doutorado.
• Criar seis centros para dependentes químicos em hospitais universitários para desenvolver metodologias de tratamento e de reinserção social, que incluam um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) e um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) para dependentes de crack, oferecendo vagas para tratamento em regime ambulatorial e de internação.

               Jornal do senado: APOIO AO DESENVOLVIMENTO
                                                              Fontes de apoio


Esta é uma publicação da Secretaria
Nacional de Assistência Social – SNAS.

O texto publicado nesse caderno são
anotações preparadas pela Coordenação

Geral de Regulação Público e Privado
do Departamento de Gestão do Sistema
Único da Assistência Social em conjunto
com a Consultoria Jurídica do Ministério
do Desenvolvimento Social e Combate à
Fome.

Ficha Técnica
Equipe de elaboração:
- Cibele Ribeiro do Vale – SNAS/MDS
- Clara Carolina de Sá – SNAS/MDS
- Karoline Aires Ferreira – SNAS/MDS
Quézia Arcoverde Medeiros SNAS/MDS
William Anderson Alves Olivindo –
CONJUR/MDS
Tiragem: 10.000 exemplares
Edição e Impressão:
Projeto gráfico: ASCOM Assessoria de
Comunicação/ Publicidade do Ministério
do Desenvolvimento Social e Combate à
Fome - MDS
Março/2009.
Ministério do Desenvolvimento Social e
Combate à Fome.
Secretaria Nacional de Assistência Social
– SNAS.
                                  
                         O CRACK SOB O OLHAR DA PSICOLOGIA

O papel do Psicólogo é elaborar, desenvolver e acompanhar através  de projetos de prevenção ao uso de drogas, principalmente o crack que se tornou uma epidemia social não só nas grandes metrópoles, como também nas periferias e cidades de pequenos e grandes portes do interior do Brasil. Deve ainda trabalhar junto a projetos que visem à construção de uma identidade pessoal (autoestima, socialização, disciplina, organização) e participação social (conscientização de papéis sociais e cidadania responsável). O trabalho deve ser realizado através de orientação, palestras, cursos e aconselhamentos juntos aos grupos de riscos e dependentes, buscando valorizar as nuances de seu comportamento e propiciar um ambiente favorável para que elabore os possíveis fatores relativos ao seu contexto social ou sua subjetividade que possam vir a influir na procura pelo uso de entorpecentes.

 (http://menteelogica.blogspot.com.br/, José Nivaldo Monteiro dos Santos. Mestre em Ciências da Educação. Doutorando em Psicologia)
                                                    conclusão

Do contrário que muitos pensam, o Crack está inserido em classes, culturas, etnias, raças, espaços geográficos sem distinção alguma. Não há gênero, número ou grau.  Ele simplesmente chega através de um hospedeiro qualquer e aloca-se onde encontra uma abertura.
Precisamos trabalhar o social sem o mínimo de estranhamento possível, invadindo com informações e medidas preventivas desde a fase uterina, pode ser exagero, porém a causa obriga todo tipo de sobrecarga que tente combater o mal que assola as famílias e a sociedade como um todo.
Pode ser uma conclusão utópica, sem certa dose de utopia, não serei a profissional que espero com resultados que sejam mínimos, porém qualitativos.

Tânia Carneiro de Moraes.
09/05/2012
ANEXO:
De acordo com do ECA em seu artigo 4º:

É dever da família, da comunidade, de sociedade em geral e do
poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos
direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao

esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao

respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
_
Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende:
 a) primazia de
receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;

b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância
pública;

c) preferência na formulação e na execução das políticas
sociais públicas;

 d) destinação privilegiada de _recursos públicos nas
áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

Siglas e Referências


 MS- Ministério da Saúde
MEC- Ministério da Educação
MDS- Ministério do Desenvolvimento Social
SUS- sistema único de Saúde
CAPS- Centro de assistência Psico-Social
CRAS- Centro de Referência em Assistência Social
CREAS- Centro de Referência Especializada em Assistência Social
UNICEF- formada pelas iniciais das palavras inglesas: UNITED NATIONS CHILDRENS FUND, Fundo das Nações Unidas para infância
UNESCO- Sigla formada pelas iniciais das palavras inglesas: UNITED NATIONS EDUCATIONAL SCIENTIFIC AND CULTURAL, Organização para educação, a ciência e a cultura.
ONU- Organização das Nações Unidas
 www.senado.gov.br, MDS, SUS, MEC, ECA.



                                REFERÊNCIAS
SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra. Edição. Cidade: Editora, Ano de Publicação.
AAKER, David Austin.  Criando e administrando marcas de sucesso.  São Paulo: Futura, 1996.
ALVES, Maria Leila. O papel equalizador do regime de colaboração estado-município na política de alfabetização. 1990. 283 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade de Campinas, Campinas, 1990. Disponível em: <http://www.inep.gov.br/cibec/bbe-online/>. Acesso em: 28 set. 2001.
BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Texto do Decreto-Lei n.º 5.452, de 1 de maio de 1943, atualizado até a Lei n.º 9.756, de 17 de dezembro de 1998. 25 ed. atual. e aum. São Paulo: Saraiva, 1999.
CARVALHO, Maria Cecília Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia cientifica, fundamentos e técnicas. 5. ed. São Paulo: Papirus, 1995. 175 p.
CURITIBA. Secretaria da Justiça. Relatório de atividades. Curitiba, 2004.
DEMO, Pedro.  Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 1999.
______. Pesquisa: princípio científico e educativo.  6. ed.  São Paulo: Cortez, 2000.
MAINGUENEAU, Dominique. Elementos de lingüística para o texto literário. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
RAMPAZZO, Lino.  Metodologia científica: para alunos dos cursos de graduação e pós-graduação.  São Paulo: Stiliano, 1998.
REIS, José Luís. O marketing personalizado e as tecnologias de Informação. Lisboa: Centro Atlântico, 2000.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para apresentação de trabalhos. 2. ed. Curitiba: UFPR, 1992. v. 2.

APÊNDICE
O trabalho foi desenvolvido de acordo com explicações repassadas pelos professores das Webs-Aula, tutora de sala, pesquisa em fontes governamentais e não governamentais.
Campo: através de diálogos com dependentes químicos de diversos tipos de substâncias, A identidade dos mesmos foi preservada e o local de pesquisa.
Pernambuco, maio de 2012.
Tânia Carneiro de Moraes.






















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