segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas,  nos vários costumes entre os  amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.
 
2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras  crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer – contextualize e sensibilize.
 
3. Não classifique o outro pela cor de pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime. 
 
4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apóie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente.  Toda criança tem o direito a crescer  sem  ser  discriminado.
 
5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa junto ao conselho tutelar, às ouvidorias dos serviços públicos, da OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência.  A discriminação é uma violação de direitos.
 
6.  Proporcione  e estimule  a convivência  de crianças  de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas  salas de aula, em casa  ou em qualquer outro lugar. 
7. Valorize  e incentive o  comportamento respeitoso e sem preconceito  em relação a diversidade étnico-racial.
 
8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial.  Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.
 
9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar esta postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.
 
10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura. 
 
Participe dessa Campanha e comtribua para uma infância sem racismo. Acompanhe o tema da redução do impacto do racismo na infância e na adolescência por meio do www.unicef.org.br ou siga o UNICEF no Twitter: @unicefbrasil. Divulgue para os seus amigos! Valorizar as diferenças na infância é cultivar igualdades

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